Meu relato é sobre um aluno que tivemos em nossa escola até o ano passado (2013) e que eu cheguei a citar na atividade anterior.
Foi um aluno que esteve conosco desde bem pequeno e que é portador de DI acentuada.
Embora eu não tenha sido sua professora, acompanhei de perto as colegas que tiveram que trabalhar com ele em sala de aula e percebi que esse trabalho era coletivo e não apenas delas.
Os funcionários o recepcionavam com carinho, os alunos, já orientados, o tratavam bem e o ajudavam, a coordenadora sempre conversava com as professoras sobre como agir e o que fazer, além de manter contato constante com a mãe dele.
Ele foi um bom exemplo de que a gestão democrática foi posta em prática pois, todos se envolveram. Ele não era o aluno da professora tal..., ele era o João que todos conheciam, cumprimentavam e ajudavam.
Apesar das limitações enfrentadas pela escola, todos fizeram o possível para fazê-lo sentir-se acolhido e assistido.
Ano passado, já com dezesseis anos, ele deixou a escola. Porém, nossa coordenadora atendeu ao apelo de sua mãe que não sabia a quem recorrer, e conseguiu, com muito empenho, que ele fosse atendido em instituição especializada.